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Municípios devem manter estratégias de combate ao Aedes aegypti

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), Edmir Chedid (DEM), declarou nesta segunda-feira (06) que as estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e febre amarela, desenvolvidas pelas prefeituras do interior paulista devem ser mantidas no período de inverno.

A preocupação do parlamentar se deve ao fato de ainda haver mortes registradas em decorrência das doenças, bastante comuns no verão. “É importante que os municípios do interior mantenham as estratégias adotadas em parceria com o governo estadual e a União. Desta forma, poderemos evitar os surtos das doenças nos meses mais quentes, no fim deste ano e início de 2019”, completou.
Edmir Chedid disse que a preocupação também se deve pelo fato de as chuvas voltarem a cair na região sudeste, como Rio de Janeiro e São Paulo, favorecendo os criadouros do mosquito. “A proliferação ocorre justamente onde existe o armazenamento de água limpa, como em grandes reservatórios (caixas d’água, galões e tonéis).

Isso não significa que a população deva se descuidar da atenção aos pequenos reservatórios, como as calhas entupidas e os vasos de plantas.”
Entre 2015 e 2017, período em que houve um surto das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, foram registrados 292 mil casos de chikungunya no país. A febre amarela, que já era considerada extinta, registrou quase 3,2 mil casos. A estimativa é de que 75 milhões de pessoas vivam em áreas de risco da doença. Algumas regiões podem ser mais atingidas, como o litoral da região sudeste do país.

Fonte: Segs